Nunca antes!

June 16, 2009

E viva o progressismo dessa gente! Fazendo a alegria de toda e qualquer ditadura mundo afora!

Brasil protege países que violam direitos humanos, diz ONG
Para Human Rights Watch, Brasil usa voto para proteger violadores.
Na ONU, Lula defendeu o diálogo para que direitos sejam respeitados.

Do G1, com informações do Jornal da Globo

Na ONU, em Genebra, o presidente Lula defendeu o diálogo como a melhor maneira de fazer com que os direitos humanos sejam respeitados. “Os países do conselho deveriam procurar o diálogo e não impor o caminho para proteger os direitos humanos. O exemplo é a melhor maneira de persuadir”, disse.

Mas, de acordo com ONGs de defesa dos direitos humanos, o exemplo que o Brasil tem dado nas reuniões do conselho da ONU é outro. Um relatório da respeitada ONU Human Rights Watch acusa o Brasil de usar seu voto para proteger países que violam os direitos humanos.

Quarenta e sete países têm direito a voto no conselho a cada ano, um terço deles é renovado.
No atual conselho, por exemplo, os Estados Unidos estão fora. Já França e Alemanha estão presentes.

Posições polêmicas

Quando o Conselho de Direitos Humanos da ONU se reuniu para condenar a Coreia do Norte por denúncias de tortura e trabalhos forçados para presos políticos, o Brasil se absteve. China, Rússia e Cuba, notariamente acusados de abusos contra seus cidadãos, votaram contra.
Mas a medida foi aprovada com 26 votos, entre eles os de Argentina, Japão e Inglaterra.

No caso do Sudão, destruído por uma guerra civil, o Brasil se absteve de novo quando o conselho propôs aumentar a presença de inspetores internacionais no país africano, desta vez junto com China e Rússia. A medida acabou derrotada por 22 votos a 12.

Diante dos crimes de guerra cometidos no Sri Lanka tanto pelo governo quanto pelos rebeldes que lutavam pelo poder o Brasil votou a favor de uma resolução que, segundo a Humans Rights Watch, não trazia nenhuma condenação ao massacre de civis.

O Brasil se alinhou à China, Cuba, Paquistão e Arábia Saudita. E ficou contra França, Reino Unido, Alemanha, Chile e México.

“Nós queríamos que o Brasil usasse sua influência regional para mostrar um exemplo mais positivo para a promoção e proteção dos direitos humanos. E, para fazer isso, o Brasil tem que acabar com essa ideia de que a situação de direitos humanos é uma questão interna porque não é. Nós queremos que o Brasil reconheça que por mais que diálogo seja importante, também haja necessidade de palavras mais forte e mais críticas contra quem viola os direitos humanos”, declara o diretor da Human Rights Watch, Iaian Levine.

O governo diz que não apoia nenhuma violação aos direitos humanos. E que o Itamaraty decidiu se abster na maioria das votações na ONU porque não considera eficiente dar atestado de mau comportamento a um país. Nas palavras de um integrante do governo, o melhor caminho é continuar negociando e não partir para o confronto. Para ele, uma sanção da ONU muitas vezes deixa o país isolado, aumenta o radicalismo interno e só piora a situação.

“Eu sei que há algumas restrições ao fato de o Brasil não assumir uma posição de ficar distribuindo certificados de bom comportamento ou de mau comportamento pelo mundo afora. Não é essa a tradição da política externa brasileira. Nós achamos que é muito mais importante uma ação de caráter positivo, que conduza o país a, b ou c a uma melhoria da situação interna a uma situação de caráter restritivo. Os bloqueios, as sanções econômicas, em geral, elas tem um efeito contrário”, diz o assessor especial da presidência, Marco Aurélio Garcia.

Na próxima semana, o conselho se reúne para discutir novamente a situação dos refugiados de Darfur, no Sudão. E o Brasil terá que decidir se é a favorável ou não à manutenção da presença de inspetores da ONU no país.

Estudantes daqui

June 10, 2009

Tem muito policial ruim e corrupto no Brasil. Mas muitos, e diria a maioria, são pais de família trabalhando. Sabe o que eles tiveram que enfrentar quando foram na USP cumprir uma DECISÃO JUDICIAL? Veja abaixo:

Vou evitar desqualificar todo e qualquer movimento estudantil. Mas um bando de alunos costuma gerar uma multidão com a inteligência de uma ameba. Se fosse um bando de pessoas qualquer, a inteligência seria ainda menor. A massa costuma emburrecer os inteligentes e empolgar os celerados.

Viram o vídeo do post abaixo? Pois é, no Brasil os tanques são os chamados “movimentos populares”.

Se um bando de PMs fizesse o que esses bocós acabaram de fazer, qual voce acha que seria a reação da sociedade? O humanismo dessa gente serve só para alguns humanos…

Nojo!

Tiananmen - 20 anos!

June 6, 2009

Uma homenagem aos jovens que morreram tentando desfazer o que, em nome de uma ideologia, jovens menos espertos fizeram antes deles…

Velho Ditado

June 5, 2009

“É fácil montar num tigre. Difícil é desmontar dele.”

Li este ditado hoje e me peguei pensando como é importante validar os pensamentos, as idéias, no longo prazo. Tal coisa vale agora? Mas e depois? Faz-se uma revolucão socialista e a vida melhora – fica provado que o Socialismo funciona. Depois, quando toda a estrutura produzida pelo Capitalismo vai inexoravelmente pras cucuias (por fenômenos que não dá pra descrever rapidamente), não entende-se como é que tudo chegou onde chegou. Houve quem pensou: no Socialismo, a vida melhora! Houve quem disse: – Pelo menos ninguém morre de fome! Depois da melhora momentânea, vem o inexorável fracasso de quem não tem intimidade com análises de causa e efeito.
Um dos aspectos de longo prazo neste caso é que a fome, apesar de ser sim uma das necessidades mais imediatas do ser humano, está longe de ser a única. Os milhares de estudantes que protestavam em Tiananmen e que deram suas vidas por algo mais do que alimento são a prova que quem vive pra comer são as vacas. A ausência de famintos querendo embarcar para Cuba também grita que há algo errado com o argumento. Mas Luciano, se todo mundo come, está dada a condição para a felicidade. Sim, verdade. Desde que se consiga continuamente manter a população saciada e que se esteja preparado para suprir as outras necessidades básicas do ser humano (a liberdade entre elas). Mas vamos adiante.
Sou engenheiro e como tal não costumo refutar dados científicos. Camisinhas realmente evitam a transmissão do vírus da AIDS. Se quiser ficar 99% protegido (acho que não chega a 100%), use a dita cuja sempre. Recomendo! Mas como política estatal de combate à epidemia de HIV simplesmente não funciona. Como assim? Não acabei de dizer que é 99% eficaz? É... mas evitemos montar no tigre sem pensar no amanhã...
Ora, a distribuição de camisinha em escolas e ambientes públicos tem aumentado a sensação de segurança das pessoas e reduzido a idade de iniciação sexual de muitos jovens. E especialistas (não eu) apontam para o comportamento do jovem que, sentindo-se seguro, usa a camisinha QUASE sempre. Aí é que o caldo desanda.
Pra quem duvida, olhem a tuberculose, para ficar em só um exemplo. Remédios existem em qualquer farmácia, mas a sensação de melhora faz com que pacientes abandonem o tratamento. Até hoje ninguém conseguiu combater este fato. Se me perguntarem se o remédio para tuberculose funciona, eu respondo que sim. Já salvou muita gente? E como! Se me perguntarem então se devemos distribuir nas esquinas o remédio, respondo que é inócuo. Não é a falta do remédio o problema.
O paralelo com o HIV é óbvio. No Brasil tem professor levando pênis de borracha para ensinar às crianças como usar o preservativo. Um show de horror e o vírus agradece!
Olhar adiante. Pensar nos efeitos colaterais. Entender a cadeia de relações que cada atitude encerra. Enfim, entender que, mesmo fácil, talvez seja melhor não montar no tigre.