O país que não deu certo
Para os que lêem o blog e não me conhecem, vou me expôr agora como pouco faço por aqui. Pelo menos não com os fatos, apesar de expôr minhas idéias de maneira digna de uma lobotomia.
E lhes partilho o fato de ter achado uma parceirinha pra dividir o álbum de fotografias. Ficamos estes dias todos das últimas semanas envoltos nas pequenas maravilhosas coisas que fazem da paixão este sentimento inebriante e intenso. Torcemos muito para que vire amor duradouro.
Ocupando todo meu coração em viver até a ultima gota este sentimento, bateu fundo a dor do contraste quando vi as imagens de um Brasil afundado em violência. Foi como se, quando criança, me derrubassem da jaboticabeira. Entendam, continuo apaixonado. Mas a vida se encarregou de me lembrar do que é feita.

É duro ver o Brasil, terra adorada, ser sangrado indefeso. Sim, filhos teus nós fugimos a luta. Da mãe gentil pouco restou. Gentileza dos apaixonados como eu, que não faz sentido numa realidade tão brutal quanto a que se encontra o florão da América.
Que pelo menos desta vez não fiquemos à margem do Ipiranga esperando o brado retumbante. Ele não virá. A vida não é dos que esperam pelo sol da liberdade com seus raios fúlgidos, mas daqueles que plantam e colhem, dia à dia.
É chegada a hora de lutarmos nós pela paz no futuro que cantamos desde crianças, porque ela está se esvaindo entre nossos dedos, banhando a terra que amamos com o sangue de nossos filhos, de meus filhos que ainda não nasceram.
Pense agora no seu país, na sua vida, no futuro que você sonhou pra quem você ama e clique no link abaixo. Fiz isso, e não pude evitar algumas lágrimas…
